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Isabel Duarte, Diretora da PROALV - Entrevista

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Com a perspectiva privilegiada de quem conhece por dentro os últimos anos da vida do Programa ERASMUS, Isabel Duarte, Directora da Agência Nacional para a Aprendizagem ao longo da vida, partilha um olhar positivo sobre o passado e de esperança para o futuro deste Programa.

 

Programa ERASMUS – Mobilidade de Estudantes

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99% dos estudantes portugueses recomendaria a um amigo, colega ou familiar a realização de um período de mobilidade ERASMUS.

O número de estudantes que todos os anos aderem à "experiência Erasmus" exprime o reconhecimento deste programa setorial junto da população estudantil como uma componente fundamental no seu percurso académico, bem como uma experiência internacional que valoriza o exercício ativo da cidadania europeia.

As avaliações do período Erasmus por parte dos estudantes são, disso, demonstrativas: mais de 96% avalia a sua experiência de mobilidade, nas dimensões pessoal e social, como "Positiva" ou "Muito Positiva", e 78% atribui a mesma classificação à componente académica.

No que diz respeito aos estágios Erasmus, os estudantes portugueses são unânimes quando se trata de avaliar o potencial impacto da sua experiência em termos de carreira profissional: as competências adquiridas em estágio permitem, à vasta maioria dos participantes, perspetivarem um impacto positivo e facilitador na sua integração profissional, bem como na (re)formulação das suas expectativas profissionais – são muitas as portas que se abrem para um futuro trabalho, nomeadamente no estrangeiro. Quando questionados se, no futuro, voltariam a realizar um período de mobilidade no estrangeiro, 83% destes estudantes responderam que sim.

(Fonte: Relatórios Finais dos Estudantes Erasmus 2009/10)

 

Programa ERASMUS – Mobilidade de Pessoal Docente e Não-Docente

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Entre 2007/08 e 2009/10, mais de 2.600 docentes e não-docentes portugueses realizaram um período de mobilidade no estrangeiro ao abrigo do subprograma ERASMUS.

A mobilidade de pessoal para um período de ensino ou formação tem conhecido um crescimento gradual ao longo dos anos no nosso país, com uma taxa de crescimento de cerca de 7% entre 2007/08 e 2008/09 e de 4% entre 2008/09 e 2009/10.

A procura é claramente superior ao número de bolsas financiadas, facto que se deve não só à insuficiente disponibilidade financeira do subprograma em termos globais, mas também a uma clara opção política de investimento prioritário das verbas disponíveis na promoção da mobilidade de estudantes. No caso do pessoal docente, apesar do reconhecimento da importância do seu envolvimento na mobilidade Erasmus, reconhece-se também a existência de outras fontes de financiamento que suportam as suas possibilidades de mobilidade. Já no caso específico do pessoal não docente, a sua participação nas ações de mobilidade Erasmus têm vindo a ser progressivamente reconhecidas como um importante contributo para a estratégia de internacionalização das instituições de ensino superior.

Em 2009/10 cada participante recebeu, em média, uma bolsa Erasmus de 742,91 euros, num total de 685.707,24 euros atribuídos.

 

Programa ERASMUS – Cursos Intensivos de Línguas ERASMUS

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Portugal é o terceiro país com maior número de estudantes EILC acolhidos.

Dados dos relatórios finais dos estudantes que frequentaram um curso EILC no nosso país no ano académico 2009/10 corroboram os níveis elevados de satisfação já verificados em anos anteriores. Numa amostra de participantes, 93% revelou-se satisfeita ou muito satisfeita com a formação obtida. Para a maioria destes estudantes, a possibilidade de estudar a língua e a cultura do país onde irão viver e estudar/estagiar durante meses revela-se essencial para o seu processo de integração e para a aquisição de competências linguísticas básicas que contribuirão para a qualidade do período de mobilidade.

Os impactos e as mais-valias da sua frequência associam-se às diferentes dimensões da mobilidade –contactos quotidianos, compreensão das notícias, actividades académicas, questões culturais –, conquistando, todas elas, nota positiva por parte destes estudantes.

(Fonte: Relatórios Finais dos Estudantes EILC incoming 2009/10 – amostra constituída por 80 relatórios)

 

Programa ERASMUS – Programas Intensivos

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Tendo por base e sentido a promoção do ensino especializado e da cooperação académica e científica a um nível multinacional, a acção Programas Intensivos Erasmus tem contribuído para a internacionalização das instituições de ensino superior portuguesas através da constituição de parcerias com instituições congéneres europeias para o desenvolvimento de actividades em áreas de especialização inovadoras.

Para além da diversidade de produtos finais resultantes destes projectos – materiais didácticos ou audiovisiuais, website, artigos científicos e outras publicações, plataformas de e-learning, apresentações públicas, entre outros – grande parte dos IP executados em 2009/10 deram origem a novas disciplinas académicas ou unidades curriculares nas instituições parceiras, a novos projectos de investigação científica, ou à criação de graus académicos conjuntos (nomeadamente cursos de Mestrado – Joint Master).

Os resultados enunciados decorrem do desenvolvimento e/ou criação de instrumentos de aprendizagem e de formação vários e com impacto relevante nas comunidades académicas e nos públicos envolvidos, bem como no estabelecimento de parcerias e redes mais alargadas de cooperação (eg.redes temáticas), cujos efeitos ultrapassam, em muitos casos, o período de implementação dos Programas Intensivos.

O incremento da cooperação académica e científica, quer por via do intercâmbio de pessoal docente e não docente das universidades, quer pela planificação de novos projectos de parceria, particularmente ligados à investigação, ou ainda pela participação em grupos de trabalho e congressos internacionais, são impactos transversais relatados pela maioria das instituições portuguesas coordenadoras de IP no ano em apreço.

Em 2009/10, 89% de uma amostra de estudantes classificaram a sua participação nos IP como Boa ou Excelente, revelando-se, particularmente satisfeitos com os professores, a qualidade do ensino, os resultados e aprendizagens obtidos e as atividades realizadas em geral.

(Fonte: Relatórios Finais dos Programas Intensivos 2009/10 – amostra constituída por 100 relatórios individuais)

 

GUIA-ERASMUS-2012-WEB-1

Outras informações


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